Retrospectiva Jornalistas que Correm

Talita Ribeiro

Essa semana o Facebook liberou a timeline de “retrospectiva”, em que destaca alguns bons momentos do seu ano, podem ser fotos, textos ou atualizações, e te faz, quase sempre, ficar com o coração apertado e feliz ao lembrar de todas as coisas que aconteceram em 2013. “Ah, mas ainda faltam 21 dias para o ano novo”, mas a ideia de começar isso agora é poder compartilhar com seus amigos – depois do dia 23 todo mundo viaja ou está ocupado demais com a família -, e servir de base para as famosas promessas, que eu prefiro chamar de “lista de desejos”.

Essa é uma excelente oportunidade para você, querido(a) leitor(a), relembrar comigo posts que foram marcantes/polêmicos e conhecer melhor a minha recente história de amor com a corrida. Sim, fiz uma seleção apenas com os textos que eu publiquei, mas o Paulo,  veterano das ruas e da USP, deve publicar a sua versão da retrospectiva JQC em breve : )

Já que hoje é segunda…
O primeiro post, as primeiras boas intenções, as razões de começar a correr, tudo junto e misturado, em uma apresentação onde eu não fazia ideia de como a me transformaria.

Trilha Sonora para corrida
Esse texto é, até hoje, um dos mais visitados do blog e conta com dicas de músicas enviadas por Marcos Lauro e Pedro Henrique Araújo, dupla de jornalistas que criou o Sambarbudo Project.

Quem corre seus males espanta
Primeiro texto de uma jornalista convidada, Michelle Vargas, que conta um pouco como a corrida a ajudou a superar uma separação e serve até hoje como terapia. Nesse mesmo período a Carol Apple publicou o simpático Correndo na Mooca, meu! E a Livia Mandarino escreveu sobre como define o local de treino, no Escolha o seu caminho.

Você já foi a um médico esportivo? Tem que ir! Tem que ir!
Quando eu percebi, a “corrida só para descontrair”, já tinha virado algo mais sério e eu estava num consultório médico, para entender mais o meu corpo e correr melhor. Recomendo muito!

Corra, jornalista, corra! Da polícia
Relato sobre a minha experiência nas ruas durante as manifestações que aconteceram em São Paulo, no início de junho, e como a corrida me ajudou a fugir das balas de borracha da PM. Ainda nesse clima, publicamos uma entrevista com o pessoal da #PosTV, que fez a melhor cobertura das manifestações pelo Brasil.

Eu não aguento correr!
Agosto foi a vez da jornalista e professora Tati Ferraz estrear por aqui, contando como superou a fase inicial do “corre um pouquinho, anda um pouquinho…”, até encarar 21K direto. Ela também compartilhou com a gente o Correr para emagrecer ou emagrecer para correr?, que aborda a questão “Tostines” da corrida,  o Os solitários que me perdoem, mas equipe é fundamental, sobre a Sócorro de São Caetano, e A primeira meia maratona a gente nunca esquece e A melhor corrida da minha vida, ambos sobre a meia maratona de Buenos Aires.

Entrevista de fôlego com Ricardo Capriotti
Não precisa dizer muito, né? Ele inspira muita gente a correr, não só aos domingos de manhã, e é o idealizador do programa Fôlego, na Rádio Bandeirantes, além de trabalhar também na BandSports.

A primeira prova de rua a gente não esquece
Foi aí que eu me apaixonei pela corrida. É inexplicável a sensação que você sente ao cruzar a linha de chegada, mas eu tentei descrevê-la nesse post sobre o Circuito das Estações Adidas.

Fugi de uma tentativa de sequestro correndo
Sim, aconteceu exatamente isso, em Santiago do Chile. Quem diria que a corrida me ajudaria a me safar de uma roubada como essa? Pois é! Nunca percorri 3K em tão pouco tempo.rs

Tongariro National Park: 20K entre vulcões
Se no início desse ano eu inventasse de fazer essa caminhada na Nova Zelândia, provavelmente pararia no meio ou a terminaria 7 a 8 horas depois. Mas consegui fazer em 6 horas, muito cansada, mas sem precisar de helicóptero para me socorrer.rs Isso é qualidade de vida e, mais do que isso, uma grande razão para continua correndo em 2014 : )

mulher correndo entre nuvensGostou? Comente quais foram os seus melhores momentos correndo nesse ano!

 

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Talita Ribeiro

Talita Ribeiro corre atrás do próximo freela e para conciliar o MBA, o casamento e essa vontade de escrever novas histórias. É iniciante, daquelas bem desastradas, e só decidiu deixar a esteira e o trabalho fixo nesse ano, após voltar de San Francisco, onde todo mundo corre na rua para inovar e aproveitar melhor a cidade.

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