JQC no YouTube a bombar!

Paulo Vieira

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QUANDO PERGUNTAVAM A MEU PAI PARA quem iria torcer no derby, ou no Fla-Flu, ou no Sansão, qualquer jogo não disputado pela Lusa ou pelo Vasco, a resposta invariavelmente era: “que percam os dois”.

Para que esse prognóstico absurdo pudesse dar certo, seria necessário, penso, que houvesse empate, mas nunca zero a zero: menos um a menos um, menos dois a menos dois etc.

PORTUGUESA, VOCÊ FAZ PARTE DE UMA GRANDE FAMÍLIA

ANANIAS

O centésimo inscrito no canal JQC do YouTube, conquistado após longuíssima batalha travada ao longo destes dias áridos de setembro, fez-me lembrar disso. É que, com mais de três anos no ar, se o canal pudesse ter um número negativo de inscritos, menos 315, por exemplo, ele teria.

O bom de demorar uma cara para crescer 1% é que quando a gente soma 1 ou 2 novos inscritos já faz diferença. Nada a ver com canais blockbusters como o divertido  Corrida no Ar, que está beirando os 100 mil, deve ganhar uns 800 negos novos por dia e ainda tem um pixo das 3 paralelas para mantê-lo… no ar.

Muito bem: estou passando o chapéu. Garanto que a viagem para e a inscrição no canal JQC, caso você nos dê a honra, não vai ser em vão. Entrou lá material recente: as “Entrevistas Suadas” da maratona Uphill da Rio do Rastro, outras “Suadas” da mara do Rio, ainda mais “Suadas” da SPCity.

E seguem por ali clássicos eternos como a corrida do Piko do Jaraguá – ainda não tomado pelos guaranis –, clássicos instantâneos como o teste do Kangoo Jumps e clássicos inclassificáveis como a cobertura da corrida da Cachoeirinha do Circuito Caixa da Cidadania.

Putaqueopariu, preciso repetir isso.

Clássicos inclassificáveis como a cobertura da corrida da Cachoeirinha do Circuito Caixa da Cidadania.

E eu que tinha parado meus exercícios de aliteração em Mostrarás Monsaraz ao monsenhor de Mossoró (pode inverter Monsaraz com Mossoró).

Ah, já oiço as vozes veludosas, volúpias vãs de violões…

Sifaizfavore? Dá um pulinho lá.

 

 

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Paulo Vieira

Influenciado pelo velho “Guia completo da corrida”, do finado James Fixx, Paulo Vieira fez da calça jeans bermuda e começou a correr pela avenida Sumaré, em São Paulo, na adolescência, nos anos 1980. Mais tarde, após longo interregno, voltou com os quatro pés nos anos 2000, e agora coleciona maratonas – 6, com viés de alta – e distâncias menos auspiciosas. Prefere o cascalho de cada dia às provas de domingo e faz da corrida plataforma para voos metafísicos, muitos dos quais você encontra nestas páginas. Evoé.

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