Como fazer o corpo acordar
por Paulo VieiraTenho uma única superstição: não passar embaixo de escada. De resto, niente. Mudo roupa e a posição em dias de jogos do Brasil, aprecio gatos de qualquer cor, não altero minha rotina na sexta, 13.…
Tenho uma única superstição: não passar embaixo de escada. De resto, niente. Mudo roupa e a posição em dias de jogos do Brasil, aprecio gatos de qualquer cor, não altero minha rotina na sexta, 13.…
Ele foi o último passageiro a subir no ônibus clandestino que partiria rumo a Picos naquela manhã de nuvens baixas e carregadas. O olhar desencantado em direção ao gigantesco prédio que se erguia rapidamente defronte…
Percorrendo contrafortes, vãos e desvãos de seu estado, a mineira Júlia Fernandes* volta a desencavar segredos esportivos encerrados nos mares infinitos de morros das Gerais. E como este parnasianismo de araque não combina com endorfina,…
Você não vê muito disso por aí. Alguém que vai para a sua segunda maratona e tudo o que isso representa (tipo: pensar quase só nisso) com apenas 22 anos. Kauana Araújo, que já foi…
Eu até já tinha o título, parafraseando um sucesso (?) do Lenine. Hoje eu vou correr só. A ideia era estar naqueles 4’50” de pace quando a bola estivesse pra rolar no Itaquerão. Aquela hora…
Diante do fato concreto e trágico da desaparição de uma mãe, chega a ser irrisório lembrar-se dela por uma característica menor, ainda que metonímica. E é igualmente irrisório usar essa característica para abrir um texto…
Como diziam os locutores de corridas de cavalo, se ainda os há, Touroooo apontaaaaaa na reta finaaaaaaal. No outono de seu programa de reeducação corporal, ou, para sermos mais precisos, de perda de peso e…
O escrete está concentrado há dez dias em Teresópolis e a mobilização para a Copa 2014 – processa eu, Fifa – está digna da Macabíada. Os carros nas ruas de São Paulo não carregam bandeirinhas…
Depois de publicar aqui o que sente e o que faz a namorada de um meio maratonista obstinado, e com isso, qual uma Fernão Dias, abrir uma caminho dourado em Minas Gerais para este pasquim…
Guilherme Cavallari é o cara que eu e a torcida do Flamengo gostaríamos de ser. Trocou São Paulo (ou “a cidade”) por Gonçalves, na Mantiqueira, para, o verbo é dele, “viver”. Na “cidade” não era…