Academia 100% dedicada a Kangoo Jumps abre em SP. Veja teste com a bota

Paulo Vieira

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A FOLHA DE S.PAULO dá notícia hoje da inauguração de uma academia (“gym”) nas Perdizes, em São Paulo, com 100% de suas aulas montadas para promover a bota Kangoo Jumps.

Como dez entre dez que abrem hoje no Brasil, a academia tem Fit no nome. Chama-se SpringFit. O site é bacana.

A bota Kangoo Jumps, que parece com a bota de um patim e chegou ao Brasil no começo da década, tem uma espécie de amortecedor Cofap no solado, o que possibilita que a corrida ou a coreografia feitas com ela se dê à base de saltos.

Produto suíço, tem na hipótese bastante controversa do “impacto nulo para os joelhos” seu dístico e orientação de marketing.

O leitor retinto deste pasquim, que sei que não os há, já viu aqui, em 2015, nosso teste com essa bota. Dois posts, cujos links vão abaixo, apresentaram-na aos JQCminions.

JQC TESTA KANGOO JUMPS

A CHEGADA DA KANGOO JUMPS AO BRASIL

Testamo-na em duas ocasiões. Numa aula de “hopping” na Companhia Athletica, academia pioneira de São Paulo, e correndo 12K – 12K, deus do céu, como consegui fazer isso? – pelas ruas do Alto de Pinheiros e pelo parque Villa-Lobos.

Em tempo (acho), a SpringFit é um investimento dos mesmos representantes do equipamento no Brasil.

E a reportagem, não poderia deixar de meter o bedelho, arrisca-se numa estranha primeira pessoa envergonhada, e o resultado não é nem Manual Folha nem um texto verdadeiramente em primeira pessoa.

Credite-se a dismorfidade ao editor.

Mas ela, a reportagem, nos dá ensejo para publicar aqui, 3 anos e fumaça depois, o simpático vídeo abaixo, produzido pelo incansável Leo F.

Evoé.

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Paulo Vieira

Influenciado pelo velho “Guia completo da corrida”, do finado James Fixx, Paulo Vieira fez da calça jeans bermuda e começou a correr pela avenida Sumaré, em São Paulo, na adolescência, nos anos 1980. Mais tarde, após longo interregno, voltou com os quatro pés nos anos 2000, e agora coleciona maratonas – 9 (4 em SP, 2 Uphill Rio do Rastro, Rio, UDI e uma na Nova Zelândia), com viés de alta – e distâncias menos auspiciosas. Prefere o cascalho de cada dia às provas de domingo e faz da corrida plataforma para voos metafísicos, muitos dos quais você encontra nestas páginas. Evoé.

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