O mito da maratona – tema da palestra deste editor na Adventure Fair

Paulo Vieira

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COMO É DE CONHECIMENTO GERAL, o editor deste pasquim falará às massas na próxima sexta, na Adventure Sports Fair, a feira anual de aventura que acontece em Essepê desde 1999.

Será às 15h15 na sala 1 do Adventure Congress – profissionais poliglotas farão tradução simultânea da palestra para inglês, guarani e farsi.

Esses 15 minutos depois das 3 são estratégicos: a organização já conta que eu me perca pelos corredores da São Paulo Expo, passe tempo demais fazendo aquela social com os expositores etc.

A feira este ano é, como disse acima, na São Paulo Expo, centro de convenções gigantesco entre a Imigrantes e o Jardim Botânico, este último um lugar maravilhoso para uma caminhada ou um trotinho um pouco antes do crepúsculo.

Nestes tempos de retorno às trevas, o riacho do Ipiranga, cujas nascentes nascem ali, pode dar boas ideias de ação política.

Mas de volta ao evento: falarei sobre o “mito da maratona”, conceito criado por mim mesmo, que, em linhas gerais, significa dizer que qualquer um – eu, você e o tiozinho da banca de jornais – podemos correr uma maratona.

Não acredite muito nessa conversa de que é preciso respeitar diligentemente uma planilha de treinos para a maratona – esse fetiche de gente entrada em anos.

Eu não fiz isso nas sete vezes em que corri uma mara.

É PRECISO DESRESPEITAR A MARATONA

VOCÊ PRECISA MESMO DE PLANILHA?

MARATONA, O FETICHE

GESU BAMBINO: COMO NÃO CORRER UMA MARATONA 

ATLETA E TREINADOR

Quando você entra num certo ritmo de corrida, mesmo ela sendo muito longa como a maratona pode parecer para tanta gente, esse ritmo pode ser razoavelmente confortável.

Difícil mesmo, acho, é descer a lenha e baixar seu tempo num 10K, num 15K, numa meia.

10K NO PAU OU MARATONA, O QUE CANSA MAIS?

Com tudo isso, como todo fetichista que se preza, não pretendo parar de correr maratonas.

P.S. A palestra seguinte à minha no “Congress” é do Bruno Favoretto, parça que passou sua última década e  meia de vida nas revistas Placar e Viagem e Turismo, da Editora Arvorezinha, e que ficou, como outros 800, a ver navios, após a empresa dar calote nos valores das rescisões a que todos têm direito.

O tema dele é turismo sobre rodas – rodas, no caso, de uma cadeira.

#pagacivita

 

 

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Paulo Vieira

Influenciado pelo velho “Guia completo da corrida”, do finado James Fixx, Paulo Vieira fez da calça jeans bermuda e começou a correr pela avenida Sumaré, em São Paulo, na adolescência, nos anos 1980. Mais tarde, após longo interregno, voltou com os quatro pés nos anos 2000, e agora coleciona maratonas – 9 (4 em SP, 2 Uphill Rio do Rastro, Rio, UDI e uma na Nova Zelândia), com viés de alta – e distâncias menos auspiciosas. Prefere o cascalho de cada dia às provas de domingo e faz da corrida plataforma para voos metafísicos, muitos dos quais você encontra nestas páginas. Evoé.

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