Nosso (terceiro) treino em Salvador

Paulo Vieira

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Dizem que santo de casa não faz milagre. E que se macumba ganhasse jogo, campeonato baiano terminava empatado. Mas não é preciso reza forte nem trabalho na encruzilhada para fazer os jornalistas soteropolitanos acordarem cedo para correr com o JQC.

Sabadão passado, a Cidade da Bahia, a capital da Boa Terra, o Epicentro da Endorfina recebeu o terceiro treino JQC na Bahia, o quinto no Nordeste.

Aquecimento sob os coqueiros de Amaralina/Marlla Farias
Aquecimento sob os coqueiros de Amaralina/Marlla Farias

O sol e a temperatura plain de 26 graus centígrados às 7 da manhã deram claro, as caras.

O cenário mudou um pouquinho. Ainda na orla, mas agora no trecho do Parque
Costa Azul-Amaralina.

Havia dois pontos de hidratação com água e isotônico. Verdadeiro luxo dos luxos: para os econômicos 5K do percurso, mais repositor hidroeletrolítico do que na Mara de SP.

E tinha gente que, talvez pelo sol de Salvador, só conhecia até agora a malhação indoor, como a Juliana Barbosa, da TVE, que pirou.

Amigos de primeira hora como a Patricia Narriman, da Rádio Metrópole e da TVE, o Marcos Casé, do jornal A Tarde, e a Ângela Natsumi cerraram fileiras novamente.

Juliana Barbosa, da TVE,  estreia no outside/Marlla Farias
Juliana Barbosa, da TVE, estreia no outside/Marlla Farias

O grand finale: um café da manhã no restaurante Grande Sertão, com bufê sertanejo para já entrar no clima das festas juninas, blockbuster na região.

E para repor todas as calorias perdidas.

O fecho de ouro: todos receberam uma caixa com 12 unidades de cerveja Itaipava edição especial São João. E dez camaradas ainda levaram um par de meias de compressão, gentil cortesia da fabricante suíça Sigvaris.

Recife, Natal e Fortaleza: nos esperem!

Os outros treinos do JQC já feitos pelo Brasil:

Aracaju

Rio

Maceió

Boituva

Salvador

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Paulo Vieira

Influenciado pelo velho “Guia completo da corrida”, do finado James Fixx, Paulo Vieira fez da calça jeans bermuda e começou a correr pela avenida Sumaré, em São Paulo, na adolescência, nos anos 1980. Mais tarde, após longo interregno, voltou com os quatro pés nos anos 2000, e agora coleciona maratonas – 9 (4 em SP, 2 Uphill Rio do Rastro, Rio, UDI e uma na Nova Zelândia), com viés de alta – e distâncias menos auspiciosas. Prefere o cascalho de cada dia às provas de domingo e faz da corrida plataforma para voos metafísicos, muitos dos quais você encontra nestas páginas. Evoé.

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