O que importa na corrida do GRAACC

Paulo Vieira

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ALÉM DE CHAMAR ATENÇÃO para o trabalho beneficente de uma entidade,  no caso um hospital que trata gratuitamente casos complicados de câncer da criança e do adolescente, a corrida do GRAACC, que ontem chegou à sua 19ª edição, é por si só uma prova que se tornou destaque no calendário endorfínico de São Paulo.

Organizado pela Iguana, a mesma  da SP City, o evento reúne perto de 10 mil pessoas e tem estrutura digna dessa massa.

Corri os 10K, e fiz, imagino, um sub 50′ cumpridor – longe da minha melhor marca sub 45′ para a distância –, mas falar disso é realmente o que menos importa.

O que importa mesmo é ter a oportunidade de encontrar pais, mães e seus filhxs que passam por tratamento ambulatorial no hospital – que é, como se sabe, referência no combate ao câncer de crianças e adolescentes.

Como o Anderson, pai da Maitê, que eu entrevistei na área de dispersão da corrida.

Foto da home: Iguana Sports

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Paulo Vieira

Influenciado pelo velho “Guia completo da corrida”, do finado James Fixx, Paulo Vieira fez da calça jeans bermuda e começou a correr pela avenida Sumaré, em São Paulo, na adolescência, nos anos 1980. Mais tarde, após longo interregno, voltou com os quatro pés nos anos 2000, e agora coleciona maratonas – 9 (4 em SP, 2 Uphill Rio do Rastro, Rio, UDI e uma na Nova Zelândia), com viés de alta – e distâncias menos auspiciosas. Prefere o cascalho de cada dia às provas de domingo e faz da corrida plataforma para voos metafísicos, muitos dos quais você encontra nestas páginas. Evoé.

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