Saber beber, saber correr

Paulo Vieira

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SABEM TODOS OS QUE SEGUEM DESDE PRISCAS eras este pasquim, portanto o doutor Antonio Bellas e talvez apenas ele, que, se tenho uma única razão para corrrer – não, não tenho, tenho pelo menos 50 mais, como você pode ver aqui –, ela é para poder beber um tiquito más.

Não que eu seja um pudim de pinga que acorda todo dia cuspindo marimbondo, mas, pessoa já algo entrada em anos, preciso cuidar do shape para aguentar a rotina bissexta de entornamento de artesanais, assemblages, varietais e até mesmo de defumados escoceses impossíveis de achar no duty free de Guarulhos.

Além disso, a ciência, algumas publicações especializadas de corrida cujos redatores devem ser particularmente simpáticos à cerveja e grandes jornais americanos já mostraram que o consumo moderado (e sábio!) de bebida alcoólica pode ser um grande aliado da corrida.

Senão, vejamos.

MAIS BIRITA, MAIS PERFORMANCE

A MARATONISTA CERVEJEIRA

UM CACHACEIRO NA SÃO SILVESTRE

BEER MILE

Por isso, hoje, 15 de setembro, Dia Mundial do Consumo Consciente de Bebidas Alcoólicas, pago um pequeno pau para meus grandes beneméritos, os amigos do Grupo Petrópolis, e me alinho, melhor dizendo, fico na retaguarda da Verão Aline Riscado (se possível com o dress code da estação) na divulgação da campanha Saber Beber.

Como dizem os patrícios lá, “não tem nada de errado em beber. Errado é não saber beber.”

Então vamos ver como é essa história de saber beber no vídeo embebido (rá!) abaixo.

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Paulo Vieira

Influenciado pelo velho “Guia completo da corrida”, do finado James Fixx, Paulo Vieira fez da calça jeans bermuda e começou a correr pela avenida Sumaré, em São Paulo, na adolescência, nos anos 1980. Mais tarde, após longo interregno, voltou com os quatro pés nos anos 2000, e agora coleciona maratonas – 6, com viés de alta – e distâncias menos auspiciosas. Prefere o cascalho de cada dia às provas de domingo e faz da corrida plataforma para voos metafísicos, muitos dos quais você encontra nestas páginas. Evoé.

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