Especial Uphill – Entrevistas suadas

Paulo Vieira

PARA FINALIZAR ESTA COBERTURA especial da mara da serra do Rio do Rastro, afinal as emoções da corrida nos lindos contrafortes de Bom Jardim da Serra já vão esmaecendo no torvelinho imparável do tempo, aqui vão mais três “entrevistas suadas”.

Gente que o vulgo chamaria de “casca grossa”, com diversas maratonas e ultras no currículo.

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Zu Gomes, fortalezense que agora vive em João Pessoa, 40 anos, corria na serra do Rio do Rastro sua oitava maratona, que concluiu em 5:06:23, abaixo do que pretendia.

Ao conceder esta “Entrevista Suada” em pace razoavelmente forte na primeira metade da prova, dava a impressão que tinha ótimas chances  de atingir sua meta.

O Marcos de Souza, 54 anos, servidor público de Brasília, sofreu com câimbras durante a prova, mas nada que o impeça de correr uma ultra de 80K no fim do mês no Planalto Central. Vinha de uma maratona feita abaixo de 3:20 no fim de semana anterior.

Ele havia parado de correr, mas voltou à atividade havia 5 anos.

O Diego Lessa, de Salvador, 31 anos, fazia jus à sua naturalidade e se comunicava com todos por quem passava – um animador strictu sensu. Encontramo-nos em diversos pontos da prova, já que nossa diferença no pórtico de chegada foi de apenas 12 segundos.

Abrindo tudo/Disclosure: o editor deste pasquim teve a inscrição para a Uphill e o traslado no ônibus do pórtico de chegada a Treviso, local da largada dos 42K, bancados pela Mizuno

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Paulo Vieira

Paulo Vieira corre pelas ruas de São Paulo desde os 15 anos e pelo mundo desde os 32, quando passou uma temporada em Londres. Adora correr em estradas rurais, descobrir novos caminhos e ir e voltar do Pico do Jaraguá. Mas agora anda frequentando também treinos no Parque Villa-Lobos às 7 da manhã com seu tênis minimalista - desde que a Lusa não jogue na véspera.

1 Comentário

  1. Diego Lessa

    Uma enorme satisfação poder encontrar um corredor como você, que além de trabalhar praticando atividade física, está levando para outras pessoas experiencias para que possam ser estimuladas a praticar um esporte que tanto gera integração. Não interessa se é gordo ou magro, o único propósito é completar o desafio,é o que nos move. Parabéns pelo excelente trabalho!!

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