A Adidas nos quer sempre a soltar a franga

Paulo Vieira

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A LENDA URBANA REZA que o comercial foi inteiramente feito à revelia da marca e entregue de mão beijada para os alemães da Adidas por puro amor às três tiras. Engajamento é isso.

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O estudante de origem moldava Eugen Mehrer teria produzido sozinho o tocante comercial Break free (“Soltando a franga”, em tradução estrita), que você vê abaixo.

Ele mesmo o postou no YouTube, obtendo até aqui 10,7 milhões de visualizações.

Corrida te dá essa mesma sensação de liberdade?

Curiosamente, estou lendo um romance que se passa em cenário que lembra o desse comercial. É A Máquina de fazer espanhóis, do português Valter Hugo Mãe. Como diria meu amigo e consultor Petróleo Brasileiro, recomendo vivamente. 

A literatura, como se sabe, leva de cara uma vantagem maior em relação aos meios audiovisuais: não possui trilha sonora.

E caso alguém da Adidas esteja por aqui, este pasquim aceitaria de bom grado o empréstimo de um Uncaged – que nome, senhores –, o novo minimalista da marca, para fins de teste. Não há garantias de que o devolveremos asseadinho, mas prometemos levá-lo a passear todos os dias.

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Paulo Vieira

Influenciado pelo velho “Guia completo da corrida”, do finado James Fixx, Paulo Vieira fez da calça jeans bermuda e começou a correr pela avenida Sumaré, em São Paulo, na adolescência, nos anos 1980. Mais tarde, após longo interregno, voltou com as quatro nos anos 2000, e agora coleciona maratonas – 6, com viés de alta – e distâncias menos auspiciosas. Prefere o cascalho de cada dia às provas de domingo e faz da corrida plataforma para voos metafísicos, muitos dos quais você encontra nestas páginas. Evoé

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