Carrinho permite “puxar” o bebê durante a corrida

Julia Zanolli

Apesar de ainda ser pouco comum no Brasil, levar a prole no treino é uma prática relativamente comum lá fora. Existem modelos específicos para corrida com os pequenos, que geralmente têm três rodas e são bem mais estáveis do que um carrinho comum. A criança vai à frente e os pais têm que empurrar o carrinho com as mãos, comprometendo a movimentação natural do corpo durante a corrida.

Nos modelos tradicionais é preciso empurrar o carrinho

A novidade do mercado é o Kid Runner, desenvolvido por uma startup americana. O carrinho tem cerca de 9 quilos e fica preso à cintura do atleta por meio de um cinto acolchoado, liberando as mãos durante o exercício.

O fabricante garante que o design do produto evita muitos chacoalhões para o bebê

Ele tem apenas duas rodas e é indicado para crianças de seis meses a cinco anos. Segundo o fabricante, apesar do peso extra o carrinho não atrapalha o ritmo e pode alcançar velocidade de cerca de 3 minutos por quilômetro, um pace quase queniano. A data prevista de lançamento é no final deste ano, mas já é possível encomendar um exemplar na pré-venda do site. Saiba mais no vídeo (em inglês).

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Julia Zanolli

Julia Zanolli começou a correr em nome do bom jornalismo quando foi trabalhar na revista Runner’s World sem entender nada do assunto. A obrigação virou curtição, mesmo depois de sair da revista. Se livrou do carro para poder andar a pé pela cidade, mas é fã assumida de esteira. Prefere falar de comida do que de nutrição e acha que ter tempo é muito melhor do que matá-lo.

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